A English and Education é uma escola com mais de 12 anos de mercado em ensino de inglês como segunda língua para brasileiros e estrangeiros e português para falantes de inglês.
Possui alunos fluentes e satisfeitos em 9 estados brasileiros, bem como nos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Itália, Portugal e Ucrânia.
Ao mesmo tempo English and Education também tem prestado serviços de tradução e interpretação do inglês para o português e do português para o inglês, sendo alguns de seus clientes a empresa brasileira e canadense Sigma Lithium Resources, a organização internacional Visão Mundial, a organização ugandense Health Child, a Immunotec (de forma terceirizada), e o escritor e professor da universidade de Washington, estudioso dos nativos brasileiros (indígenas), Dr. Jonathan W. Warren.
Assista abaixo um pouquinho das minhas aulas
YULIA
Especialista em recursos humanos
Ucrânia
PEDRO
Conta o resultado de aplicar minha recomendação de assistir filmes em inglês
Salvador – Bahia
SAULO
Ajudo Saulo a se preparar, linguística e psicologicamente, para um workshop em inglês
Araçuaí – Minas Gerais
A English and Education foca em conversação a partir de aulas individuais totalmente adaptadas ao aluno e baseadas na forma como uma criança aprende a falar a língua materna, porém, com modificações de abordagem para o público adulto. O material é escolhido de antemão e o aluno é preparado para ser capaz de se comunicar de forma fluente, expôntanea e confiante em qualquer situação.
Leia abaixo para conhecer a origem do método usado pela English and Education.
MÉTODOS EXTRAORDINÁRIOS ADAPTADOS PARA BRASILEIROS
Será que é possível para um adulto aprender a falar um segundo idioma fluentemente assim como uma criança aprende a língua materna?
Sim. Na verdade, essa deveria ser a forma principal de aprender.
Será que já existem métodos para aprender idiomas que emulem o modo natural de uma criança aprender a falar, que traga resultados mais rápidos e eficazes do que os que você teria ao aprender numa escola tradicional de idiomas ou num curso online, e que ao mesmo tempo te faça ter prazer no aprendizado?
Sim! Essa coleção de métodos já existem há décadas e já faz mais de 12 anos que eu fiz dela uma adaptação exclusiva para ensinar inglês para brasileiros e estrangeiros.
Mas antes de falar do método e das garantias de que funciona, deixe-me explicar porque escolas tradicionais, bem como muitos cursos online, com frequência, falham em conseguir ensinar as pessoas a falar inglês fluentemente e com confiança, ou até mesmo a falar o mais próximo de como os nativos falam que o potencial delas lhes permite, para aqueles que almejam isso.
A propósito, “falar inglês como os nativos falam”, aqui, não significa falar inglês perfeito, sem nunca cometer erros de pronúncia, gramática ou vocabulário (erros esses cometidos até pelos próprios falantes nativos do inglês), e sim comunicar-se verbalmente com pronúncia, gramática e vocabulário (e às vezes até sotaque) confortáveis para um falante nativo, lembrando que isso vai depender de qual país ou região o falante nativo do inglês é.
Se você já fez algum curso de inglês cujo ensino é tradicional, seja ele presencial, online, ou digital, provavelmente já passou por uma ou mais das seguintes situações:
Já se sentiu frustrado por tentar aprender a falar Inglês com os métodos tradicionais?
Todos esses problemas acontecem porque as escolas, e cursos online, ou têm constituído um sistema educacional que se submete à imposição de instituições de testes internacionais, que estão mais preocupadas com pontuação para admissão em universidades, ou programas de imigração, ou francamente, porque estão mais interessadas em faturamento a curto prazo do que com a fluência dos seus alunos.
A sequência natural para uma criança desenvolver a comunicação é: primeiro aprender a ouvir, depois a falar, em seguida aprender a ler e por último a escrever.
As escolas presenciais, de modo geral, porém, inverteram esse processo natural, tornando-o uma sequência de leitura interminável (que garante a venda de material didático caro e, muitas vezes, ineficaz), fazendo com que o aluno dependa quase que totalmente de tradução, ou dos olhos para entender o inglês, e não dos seus ouvidos.
A exposição em massa ao inglês de verdade junto com a prática da conversação (que são o que de fato conduzem à fluência) simplesmente, ou não existe, ou não é suficientemente estimulada, em muitos cursos presenciais, online ou digitais.
Além do mais as escolas se concentram em ensinar apenas gramática acadêmica, e não a “gramática casual” que se ouve em filmes e seriados, bem como na vida real. Essa exposição demasiada e desnecessária à gramática retira totalmente a versatilidade do inglês, que possui inúmeras variações e formas de expressão que fogem a essas regras. Os cursos tradicionais de inglês nem sempre incentivam ou ensinam os alunos utilizar outras fontes de aprendizado em adição ao material vendido por elas.
Eu pude presenciar o fenômeno dos cursos digitais e todos os erros que cometeram, tais como vender a ideia de que qualquer pessoa consegue aprender inglês, do zero, fazendo sozinha um curso pela internet, sem a ajuda de um professor e sem aulas de inglês.
Quando essa abordagem falhou (pois existem 10 perfis de aprendiz de idiomas e apenas um desses perfis consegue aprender sozinho sem a ajuda de um professor), e a insatisfação começou a se tornar notória, os cursos digitais começaram a implementar ou aperfeiçoar o suporte pedagógico, ainda tentando forçar a ideia de que qualquer pessoa consegue aprender inglês sem o acompanhamento de um professor.
Como era de se esperar, essa abordagem também falhou e agora alguns cursos digitais contam com aulas de conversação em grupo com a presença de professores, muitas vezes em quantidade insuficiente.
Por último, o ensino tradicional é extremamente objetivo, cheio de fórmulas, desprovido de emoção. Isto torna a comunicação muito difícil para o aluno, pois ele não é ensinado a expressar emoções em inglês.
Existe uma constante pressão para se medir níveis de conhecimento arbitrários, tais como A1, A2 (básico), B1 e B2 (intermediário) e C1, C2 (avançado), além de dar notas que, na maior parte do tempo, não serão de proveito.
E como é que eu sei de tudo isso?
Um estudo feito por J. H. Lawson afirmou que 85% a 95% dos alunos de ensino médio estadunidenses que tentavam aprender um segundo idioma usando o método de análise gramatical desistiam e outro estudo feito por John B. Carroll informou que nos primeiros dois anos de curso com métodos tradicionais os alunos não eram capazes de iniciar uma conversa simples.
Mais convincente do que os estudos citados é o fato de que eu fui professor em escolas tradicionais e vi tudo isso acontecer com meus alunos.
Além disso, por eu ter aprendido inglês como autodidata, sei que a forma que eu aprendi a falar inglês e que já levou nativos a me elogiar, por vezes dizendo “você fala igual à gente aqui nos Estados Unidos”, não foi com esses métodos tradicionais ou certas abordagens de cursos digitais.
Aprendi da forma correta e agora já faz mais de uma década que ajudo outras pessoas a fazer o mesmo, se livrando da forma escravizadora tradicional de aprender.
Bom, agora vamos falar um pouco deste método que tem ajudado pessoas do mundo inteiro a aprender inglês de verdade, de forma natural, correta, eficaz e prazerosa.
A nossa habilidade de falar nasce da nossa habilidade de ouvir de forma massiva
Há algumas décadas atrás, na busca de uma forma de ensinar idiomas que fosse mais condizente com a realidade de uma criança, homens como Dr. James Asher, Blaine Ray e Stephen Krashen desenvolveram métodos mais naturais e eficazes de aprendizado, que aproximariam as pessoas o máximo possível da fluência de um nativo.
Assim surgiram métodos e técnicas alternativos e bem-sucedidos como o TPR (Total Physical Response), que é um método que combina ações físicas com linguagem, em vez de usar tradução.
O TPRS(Teaching Proficiency through Reading and Storytelling), é um método que valoriza o poder de se internalizar todos os aspectos de um idioma através de histórias.
O Focal Skills é um método que busca desenvolver bem, de forma separada, cada habilidade linguística, focando no uso de materiais autênticos, ou seja, materiais consumidos no mundo real por falantes nativos do inglês, como filmes, e sempre em um nível suficientemente compreensível pelo aluno, sem precisar de tradução.
O ALG (Automatic Language Growth) foca em ensinar implicitamente o inglês, através do treino de ouvido e observação, e permitindo que a fala surja como consequência, no ritmo de cada pessoa.
The Natural Approach foi desenvolvido por Stephen Krashen e foca na exposição ao treino de ouvido usando materiais que possam ser razoavelmente compreendidos pelo aprendiz sem tradução, com aprendizado intuitivo de gramática, ou seja, sem estudar as regras, num ambiente de aprendizado livre de estresse, e permitindo-se que a fala se desenvolva naturalmente como consequência, principalmente, da exposição ao inglês e treino de ouvido.
O Effortless English – desenvolvido pelo estadunidense A.J.Hoge – é uma reunião de todos os outros métodos acima, com foco em um público já falante intermediário do inglês.
Em 2011 eu, Fernando Franca, comecei a pesquisar os métodos de AJ Hoge como forma alternativa de ensinar inglês e percebi que os métodos usados por AJ foram exatamente o que fiz como autodidata para ficar fluente. É claro que meus resultados não foram tão rápidos quanto os de meus alunos, porque eu não conhecia o sistema do Effortless. Porém a eficácia de meu aprendizado foi melhor e mais rápida do que o que as escolas tradicionais e cursos online têm a oferecer.
Eu, Fernando Franca, tenho adaptado os métodos e as técnicas do TPR, TPRS, Focal Skills, ALG, The Natural Approach e Effortless English para brasileiros desde 2012
O fato é que, no ano de 2012, resolvi abandonar o modo tradicional de ensinar, que tanto me incomodava, e a fazer uma experiência, ensinado alunos com todos os métodos acima citados. Depois de um ano, cheguei às seguintes conclusões:
Assim, por adaptar todos esses métodos para brasileiros, criei o ENGLISH & EDUCATION, cuja missão é levar os alunos a falar com confiança e fluência satisfatórias, compreendendo que o inglês é o idioma da humanidade, não apenas de alguns países privilegiados. E que esse idioma nos conecta com a verdadeira Educação, a qual muitas vezes não teremos acesso enquanto estivermos aprisionados em nossa língua materna.
O programa de ensino, oferecido primariamente como aula individual (One-On-One) une o ensino eficaz do inglês com uma educação mais profunda, por meio do acesso e do consumo, por parte dos alunos, de materiais educacionais de alta qualidade, de diversos segmentos, especialmente os que não são traduzidos.
“Pessoas no mundo inteiro estão aprendendo a falar Inglês com confiança e a usar esse idioma da forma como os nativos fazem”
Fernando Franca já é falante fluente de inglês como segunda língua há 19 anos, professor de idiomas, tradutor e intérprete há 13 anos. Possui amigos e clientes falantes nativos do inglês nos EUA, Reino Unido e Austrália. Fernando Franca estuda psicologia pela universidade estadunidense Saint Leo, o que tanto o ajuda no aperfeiçoamento de técnicas
para ajudar seus alunos a memorizar e falar inglês melhor, como também a tornar suas aulas um ambiente terapêutico para eles. Em 2023 Fernando lançou seu primeiro livro, FALE INGLÊS COMO SEGUNDA LÍNGUA.
As aulas são individuais. Porém, em casos muito específicos são feitas aulas em dupla ou pequenos grupos, desde que atendam os requisitos da English and Education (entre em contato pelo whatsapp para saber mais).
Mínimo de uma hora aula por semana com duração de 60 minutos e máximo de 2 horas aulas. Pode parecer pouco para alguns, mas, na prática, é mais do que suficiente, uma vez que o aluno precisará de tempo para se preparar para a aula.
As aulas serão repostas com flexibilidade conforme plano de curso escolhido e a agenda do professor e do aluno. Entre em contato via whatsapp para saber detalhes.
As aulas são ao vivo, em horário exclusivo previamente combinado entre o professor e o aluno. As aulas também ficam gravadas na plataforma Riverside, em alta qualidade.
Isso depende de uma série de fatores, como: qual o seu perfil de aprendiz (falo sobre isso no meu livro), quantas aulas por semana você vai fazer, quanto tempo de qualidade você vai dedicar a ouvir inglês durante a semana. Porém, um prazo médio entre a maioria dos meus alunos é menos de um ano, desde que se comprometam a seguir todas as orientações do professor.
Preencha o formulário acima e encontrará os valores e planos. Ou se preferir, entre em contato via whatsapp. Você será atendido por um humano e não um robô ou IA.
Materiais autênticos principalmente em formato de áudio, embora haja texto e videos. Por enquanto o material não é cobrado. É gratuito.
Não.
O curso é individual e completamente adaptado ao aluno. Porém, segue-se sim uma sequência programada para levar o aluno até a alta fluência.
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